Anjos não são seres eternos. Foram criados por Deus, com o propósito de servir àqueles que herdarão a salvação. Portanto, foram criados com a finalidade de servir os propósitos Divinos.
O Apóstolo Paulo,
na sua epístola aos colossenses, na Grécia, relata que no Próprio Jesus, foi o
criador de todos os anjos.
Porque nele foram criadas todas as coisas
que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam
dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para
ele. (Colossenses 1:16)[1]
Depois de
o povo de Israel ter sido autorizado na voltar a sua terra e reedificar a
cidade e o Templo, acharam o Livro da Lei e após 20 dias lendo a Lei do Senhor, os levitas
tomados pela presença de Deus, disseram:
Só tu és Senhor; tu fizeste o céu, o céu
dos céus, e todo o seu exército, a terra e tudo quanto nela há, os mares e tudo
quanto neles há, e tu os guardas com vida a todos; e o exército dos céus te
adora. (Neemias 9:6)[2]
Isso é
indicio suficiente para determinar que tais serem tiveram uma fonte geradora, o
Próprio Jesus, como afirma o Apóstolo João em seu livro, no capítulo um,
versículos de um a doze. “Todas as coisas
foram feitas por Ele, e sem Ele, nada do que foi feito se fez”.
A
doutrinas da angelologia, foi negligenciada nas igrejas, no meio teológico,
chegando a ser rejeitada em alguns casos e considerada como uma das matérias
mais difíceis, porém notável.
Tal
negligência, abriu precedentes para o aparecimento de várias seitas e
surgimentos de heresias.
O
resultado dessa negligência foi o surgimentos do gnosticismo, da adoração a
demônios e a pratica de espiritismo nos dias atuais, levando homens, mulheres e
crianças ao caminhos das trevas, tornando-os cegos espiritualmente.[3]
Segundo Paulo, Apóstolo, aos colossenses[4], já em sua época já existiam
esses culto a anjos e ele alerta-os a não serem enganados pela vontades de
pessoas, se fazendo humildes, cheias de conhecimentos carnais, convocando
pessoas a cultuar a anjos, e assim pelo engano, perderem o prêmio, a salvação.
Ele mesmo, o Paulo, desta vez se
dirigindo aos corintios que adoravam ídolos, alertava que os sacrifícios que se
fazem a tais deuses, não tinham valor algum e que na verdade, esses ídolos eram
demônios, que as pessoas não poderiam fazer alianças com demônios e com O
Senhor Deus, participando “da mesa do
Senhor e da mesa dos demônios.”[5]
Paulo, um especialista no assunto,
escreve agora ao seu discípulo Timótio[6]
alertando que muitos, nos últimos dias apostatarão da fé, dando ouvidos a
espíritos enganadores e doutrinas demoníacas, ensinadas por homens mentirosos e
hipócritas que tem suas mentes paralisadas, sem raciocínio próprio.

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